Página de Walter Eudes

09/01/2011

DEFINIÇÃO DE RÁDIO E TV – proposta de verbete

Arquivado em: Arquivo Geral — waltereudes @ 04:21

PROPOSTA DE VERBETE PUBLICADA DO WIKPEDIA EM 08/01/11  as 15:40 (horário de Brasília)

Rádio e Televisão são os veículos de comunicação de massa eletrônicos de maior abrangência de público em todo o planeta. Surgidos ainda na era das revoluções industriais são fruto de inúmeras pesquisas tecnológicas de vários cientistas espalhados por todo o mundo, resultado da combinação de diversas descobertas eletrônicas que formaram um circuito fechado de recepção e emissão, culminando em uma transmissão via aérea e livre de sons e imagens ou somente sons, a partir de uma estação transmissora sendo estes sinais recebidos a distâncias mensuráveis em aparelhos receptores. Entre muitos os cientistas pioneiros do rádio e TV está Hertz que identificou a possibilidade de transmissão de sinais pelo espaço aberto e é seu nome que ainda hoje referencia as ondas de rádio MHz – mega-hertz / KHz – quilohertz. O histórico da tecnologia do rádio e da TV é extensíssimo, parte ao certo das primeiras perceptivas científicas para encontrar a energia elétrica, a invenção dos aparelhos amplificadores de áudio (microfones), os aparelhos de armazenamento e reprodução de áudio (discos – fitas magnéticas), as tecnologias de geração/reprodução dos sinais que desdobraram em formas outras das originais (UHF/VHF/FM). Mas ambos os aparelhos, ambos os media (TV e rádio) partem de um mesmo aspecto estrutural: são meios de comunicação que requerem no mínimo uma estação produtora/geradora de conteúdo e outra (outras) receptoras, que são estas os aparelhos de rádio e TV propriamente dito – aqueles que praticamente todos nós possuímos em nosso dia-a-dia. Ante ao “encantamento”, praticidade e utilidade da novidade do início do século XX, muitos foram os investimentos de praticamente todas as sociedades e economias do planeta para o ampliamento da malha radiofônica e televisiva, especialmente como forma de informação e entretenimento(neste aspecto, a economia, o comércio e o mercado de consumo passa a regular o funcionamento, sedimentação e ampliação destes sistemas de mídia). Muitos setores sociais passam a utilizarem-se também da tecnologia para fins específicos, em especial com o rádio, comunicações institucionais são realizadas rotineiramente – esta é uma das mais práticas formas de comunicação à distância em meados do século XX, também em seus inícios… o rádio é largamente usado nos conflitos bélicos europeus/mundiais (1a e 2a guerras mundiais), sendo dos principais instrumentos tecnológicos em combate. Mas com a crescente demanda de público ouvinte e telespectador, vai mesmo vigorar e estabelecer-se em primazia o modelo “comercial” da TV e do Rádio. Estes mass mídias passam a serem de extrema utilização de público em geral, tornando-se uma das áreas de maior interesse econômico/político/cultural de alguns países; podendo estes meios de comunicação mobilizar a opinião pública de uma forma decisiva para mesmo mudar os rumos da histórica de uma grande coletividade, também arruinar ou erguer pessoas individualmente em seus campos profissionais/pessoais. Com a estabilização do rádio e TV como forma decisiva de comunicação de massa, como reconhecido espaço de “poder” numa sociedade, governos/sociedade/população de todo o mundo passam a procurar adequar melhor os fins destas mídias e esforçam-se ora a terem mais controle participação nelas (e assim ter mais poderes na sociedade) ou esforçam-se par fragmentar seu poder, ou seja, redireciona-los para o espectador, para a coletividade que o utiliza. Nos fins do século XX e início do século XXI sedimenta-se um conceito decisivo para a história destes veículos: a “democratização das mídias” – entende-se que é quase que insuperável o poder de influência ao público destes meios, então que objetiva-se cada vez mais pela democratização, discutir e ampliar as possibilidades de quem é o emissor, ou os emissores. Reflete-se de quem teria o direito de ser emissor da programação de rádio e TV e percebe-se que qualquer pessoa, em condições mínimas pode o sê-lo!! Nenhuma área social, nenhuma área científica, nenhuma religião, nenhuma ideologia, em fim, nenhuma forma ou prisma de atuar no mundo hoje pode ignorar a mídia, toma-la como débil, fútil e que em nenhum momento com ela necessite dialogar… e esta mídia referida é o Rádio e a TV. Ambas estão inseridas dentro do conjunto maior de mass mídia que também vai englobar, o audiovisual como um todo (compreendendo o cinema e vídeo), a imprensa escrita(jornais e revistas), ainda a internet. As fronteiras destes campos são muitas vezes reduzidíssimas, confundem-se e se intercambiam, as vezes formam um só conjunto de notícias, lazer, cultura, formação, informação. Com o advento da internet, repetiu-se uma perceptiva comum no histórico das mídias: assim como o surgimento da TV derrocaria o cinema e o rádio, assim como o surgimento do vídeo-cassete derrocaria a TV e o Cinema, a internet derrocaria a TV. Parece já haver adequação de toda a mídia com a internet, passam a serem parceiros em vários momentos sem que haja supremacia e aniquilamento de um para como o outro, havendo sim momento de oscilação de qual veículo está em primazia para com o outro. Mas é certo: sempre está em exercício a comunicação de massa, de grande público. O rádio e a TV são formas de comunicação em si, mas podem ser apenas instrumentos opacos de outros campos da vida humana que não seja a comunicação, podem mesmo até serem esquecidos quando os ouvimos/vemos e nos transportamos para o conteúdo que veiculam, servem assim, e não são raras as vezes, de mero veículo para muitos, muitos campos do viver humano.

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